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Gastrenterologia

Aprender a viver com a doença de Crohn
Cláudia Pinto (claudia.pinto@jornaldocentrodesaude.pt)
30/10/2007

A doença surgiu na vida de Cândida Cruz há dezassete anos. Como quase todos os casos, o seu diagnóstico “foi demorado” e tardou cerca de seis meses. Inicialmente, julgou-se que o seu problema seria de origem nervosa, até que uma oclusão intestinal precipitou uma cirurgia e revelou o diagnóstico correcto. O facto de ser doente fez com que se interessasse mais e se aproximasse da Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino (APDI), à qual preside. A APDI foi criada em 1994 e “pretende apoiar e aproximar todos os doentes que sofrem de doença de Crohn ou colite ulcerosa e permitir que troquem experiências e conhecimentos sobre o problema. Acreditamos que um doente que está bem informado tem melhor qualidade de vida”. Em entrevista ao Jornal do Centro de Saúde, a Presidente da APDI dá-nos a conhecer um site importante para quem sofre de doença de Crohn.

Dra. Paula Peixe, gastrenterologista no Hospital Egas Moniz
Doença de Crohn
“É necessário ajustar a vida ao ritmo da doença”
Cláudia Pinto (claudia.pinto@jornaldocentrodesaude.pt)
30/10/2007

A Doença de Crohn (DC) é uma situação que atinge predominantemente os adultos jovens, na segunda e terceira décadas de vida. Contudo, poderá surgir em qualquer idade, desde a infância, até à terceira idade. É sobretudo nos jovens que acontece com mais frequência. As causas da doença são mal conhecidas e não existe prevenção nem cura conhecida. No entanto, sabe-se que a qualidade de vida dos doentes a quem foi feito um diagnóstico correcto melhora significativamente se não fumarem. “Neste momento, é o único factor reconhecido como nocivo e passível de ser prevenido, associado à DC”, afirma a Dra. Paula Peixe, médica gastrenterologista do Hospital Egas Moniz, em entrevista ao Jornal do Centro de Saúde.

A doença celíaca
O que é e como se manifesta
Ana Sofia Tomás
30/10/2007

A doença celíaca (DC) caracteriza-se pela intolerância alimentar crónica e permanente ao glúten, substância que se encontra em cereais como o trigo, centeio, aveia e cevada. De difícil diagnóstico e com sintomas que podem facilmente ser confundidos com outras patologias, a DC não tem cura e obriga a uma dieta rigorosa para toda a vida. Quem nos desvenda os contornos desta doença, que afecta cerca de 0,5 a 1 por cento da população europeia, é o Presidente da Associação Portuguesa de Celíacos (APC), Mário Rui Romero.

Da vacina ao transplante
As doenças do fígado podem desenvolver-se sem sintomas
Prof. Rui Tato Marinho, Presidente da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado
27/11/2007

Uma das características das doenças do fígado é que podem desenvolver-se sem qualquer sintoma. Os exames complementares – laboratoriais e de imagem – são assim indispensáveis. Medicamentos para as hepatites são eficazes.

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© 2007 Jornal do Centro de Saúde
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